Ganhadores da rifa:
1º Prêmio - Daniella - nº 35 – (1 panela elétrica de arroz, 1,8l Settros)
2º Prêmio - José Roberto- nº 38 – (1 Cafeteira Bella Arome Mondial)
3º Prêmio - Eduardo - nº 20 – (1 jogo de facas + tábua Tramontina)
4º Prêmio - Ana - nº 03 - Kit de produtos Patinhas Online contendo:
- 1 camiseta
- 1 adesivo
- 1 chaveiro
5º Prêmio - Eduardo - nº 72 - Kit de produtos Patinhas Online contendo:
- 1 camiseta
- 1 adesivo
- 1 chaveiro
Parabéns aos ganhadores e muito obrigada pela sua participação!
Postado por patinhas on line às 22h44
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Oiê!
Atualizações:
- Fechamos a rifa para o mutirão de castração. Vamos acompanhar os resultados na quarta feira dia 19 e, assim que soubermos o ganhador, divulgaremos por e-mail e aqui no blog!
- Nenhum peludo adotado na última semana =(
- A nossa Magali continua a sua recuperação. Já está bem melhor, mas ainda usa a medicação que estamos reduzindo de pouquinho em pouquinho, com o passar dos dias.
- Teremos mutirão do abrigo no dia 30/11/2008. Contamos com vocês lá para lavar, dar banho e passear com os nosso peludos. Não se esqueçam de nos enviar seus nomes, telefones e RGs =)
Bjokas à todos!
Juliana Rocha
blogpatinhasonçine@yahoo.com.br
Postado por patinhas on line às 17h22
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Olá, pessoas!
Bom, já faz algum tempo, recebemos este e-mail enviado pela nossa voluntária Isabella que conta uma história muito bacana: de como ela se tornou voluntária no Patinhas. O texto é grande, mas vale a pena dar uma conferida!
Com isso, estamos abrindo espaço no blog para que todos entrem em contato conosco para nos contar como se tornou voluntário no Patinhas. Se você tiver uma história legal e quer dividi-la conosco, nos envie por e-mail: blogpatinhasonline@yahoo.com.br
Esperamos que vocês gostem tanto quanto nós!
Minha história no Patinhas OnLine
Por Isabella Bertelli Cabral dos Santos
Meu amor pelos animais é antigo. Desde criança sou atraída por bichos, sejam cachorros, gatos, ramisters, peixes, ou ainda vacas e cavalos que passam longe nas estradas. Tamanha minha atração que, na ingenuidade infantil, certa vez disse à minha avó: “Vó, quando eu crescer, quero ter um cachorrinho...”, ao que ela respondeu: “Claro que você vai ter!”, e eu completei: “Mas que saia da minha barriga...”. Naquele tempo eu achava que poderíamos ter cachorros do mesmo jeito que bebês humanos. Ainda em outra ocasião da infância, disse ao meu pai que, se alguém me ameaçasse e falasse “Mato você ou esse cachorro” eu certamente faria a primeira opção, no que meu pai ficou muito assustado.
Aos dezesseis anos parei de comer qualquer tipo de carne (aos doze já havia parado com a carne vermelha), por achar que eram cadáveres, com pouca ou nenhuma diferença de carne humana. Não foi uma escolha fácil de sustentar, afinal ninguém na minha família ou círculo de amizades era vegetariano. Ainda assim, até hoje não considero nenhum sacrifício não comer carne; o desafio é sentir seu cheiro nos mais diversos ambientes, é conviver com as piadas que nunca cessam, é ser discriminada, é perceber que vou passar fome em eventos sociais, é considerar que o que faço ainda é muito pouco pela minha causa.
Minha causa... na verdade nunca havia pensado muito seriamente em qual era a minha causa. O que sentia era um forte desejo de fazer com que não houvesse mais cachorros e gatos abandonados nas ruas, que nenhum animal passasse fome ou frio, fosse maltratado, enfim, que não sofresse. A dor que sinto ao ver um animal sofrendo é muito grande, e minha raiva contra quem faz mal a ele é profunda, por muitas vezes sonhei com um mundo em que não existissem pessoas que não gostassem de animais.
As coisas passaram de sonhos e desejos escondidos em mim para uma possibilidade de fazer algo concretamente quando estava em uma feira de livros no prédio de História da USP, em abril desse ano, e vi num cartaz “Rodízio de pizzas vegetariano”. Atraí-me por essas palavras, e quando cheguei mais perto, em letras menores, estava escrito “Para ajudar um abrigo de cães”. Fiquei muito animada, pois a ocasião reuniria comidas que eu gosto com uma ação importante, tomei nota do endereço do site e e-mail.
Claro que eu estava ciente da existência de várias entidades que ajudam animais, porém com as que tive algum contato percebi que o auxílio requerido era monetário. Infelizmente durante um longe período da minha vida, minha situação financeira era precária, e eu não tive como contribuir. Ao entrar no site do Patinhas, senti algo diferente, um clima familiar e muito próximo das pessoas. Fiquei surpresa com a possibilidade de visitar o abrigo e ajudar em mutirões e feiras de adoção, em que poderia fazer algo além de doar dinheiro. Inscrevi-me na lista de e-mails para ser avisada quando houvesse alguma atividade.
Na primeira vez em que recebi o e-mail, confirmei minha presença. Estava com um pouco de receio por não ter falado com ninguém pessoalmente, por não saber da localização exata do abrigo, e com várias dúvidas sobre que roupa vestir, como me comportar... mas fui. No ponto de encontro ainda não havia ninguém, provavelmente pela minha ansiedade eu tinha chegado uns 15 minutos antes do combinado. Esperei e de repente apareceu um cachorro solto, da rua, e eu comecei a dar atenção a ele, a brincar. Nisso, uma moça apareceu e me disse “Você também está esperando o pessoal do Patinhas?”, e eu “Sim. Você percebeu pelo cachorro, neh?” e rimos. Parecia um código de identificação que não fora combinado.
Ao chegar no abrigo, estava muito animada e não parava de perguntar ao Rafael e à Ana Paula sobre a história do grupo e do abrigo. Eu estava meio perdida com relação ao que fazer, pois não sabia da localização das coisas (coleiras, guias, shampoos...) e às vezes sentia que estava mais atrapalhando do que ajudando. Ainda assim, eles foram pacientes comigo. Rafael me convidou para entrar no local onde estavam os aproximadamente 100 cães para pegar um deles para o banho, e claro que aceitei. Bom, não sei como descrever a sensação que tive ao ter dezenas de cães pulando em cima de mim pedindo por carinho, e em vez de medo – afinal, quase não conseguia ficar de pé – eu me sentia feliz por estar dando atenção a eles, e nesse momento quis ter bem mais do que duas mãos para afagá-los todos.
Desde esse dia me tornei uma participante ativa no Patinhas. Sempre que possível faço doações em dinheiro, que são essenciais para o abrigo - percebi que ir ao local, ver os cães, e sentir que seu dinheiro é bem usado é importante para incentivar as doações. Os diversos tipos de evento promovidos pela equipe te permitem exercer várias funções, e isso dá espaço para você fazer as coisas em que você é bom, ou então tentar fazer outra coisa e se surpreender com uma capacidade que não imaginava ter.
Quando entrei no abrigo, surpreendi-me ao notar que todos os cães tinham nomes, e que várias pessoas os chamavam através deles. São muito cães, como isso é possível? Com o passar do tempo, peguei-me fazendo o mesmo, decorando vários deles e os identificando. Outra coisa pela qual não esperava era ter contato com tantos vegetarianos. Eu, que sempre me vi isolada, de repente começo a me dar conta de que várias das pessoas que vão ao abrigo são vegetarianas como eu. Finalmente encontrei um lugar em que não sou alvo de chacotas, pelo contrário, sou respeitada e vista como igual. Acabei conhecendo pessoas muito legais, com as quais mantenho contato fora do abrigo, por afinidade. O contato com pessoas que pensam igual a você, que entendem quando você diz que não sabe se vai ter filhos mas que com certeza terá cachorros, que se sentem tão indignadas com o maltrato dos animais foi muito importante para mim.
É incrível como um grupo de pessoas conseguiu se organizar tão bem de modo a contar com a participação de uma multidão de outras pessoas, e todas essas trabalharem bem o suficiente para manter um abrigo, o que não é nada fácil. Eu admiro a equipe do Patinhas, e confesso que um dia quero ter a capacidade deles de gerir um trabalho tão bonito e importante quanto esse. O maior agradecimento que temos em tudo o que fazemos vem da melhor forma possível, que é a alegria dos cães. Não podemos salvar todos os animais do mundo, o que não significa que não possamos fazer a diferença na vida de alguns.
Obrigada à Isabella que nos contou como conheceu o nosso trabalho! Além de sua colaboração, podemos contar também com uma coisa muito importante: o seu carinho e dedicação!
Um beijo à todos,
Juliana Rocha
blogpatinhasonline@yahoo.com.br
Postado por patinhas on line às 16h54
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Oi, todo mundo! Vamos às novidades, todas boas! - A nossa “pequena” Magali já está bem melhor. Ainda toma a medicação, mas pelo menos está se recuperando. Estamos ainda reduzindo as doses do remédio aos poucos... mas vamos continuar torcendo pela nossa peluda simpática, para quem sabe depois conseguirmos um lar para ela! =) - A nossa Charlinha resolveu arrumar umas encrencas e se machucou feio, mas já está se recuperando. Mas uma deixa para mencionarmos o fato de que um abrigo está longe de ser um lugar ideal para muitos cães... - Últimos adotados: Alf, Lilia e Lugue. Queremos também agradecer aos voluntários por este apoio tão importante nos últimos eventos. E um ‘obrigada especial’ à duas pessoas: as voluntárias Cintia e Vera. As duas se dedicaram em encontrar um lar temporário para o nosso pequeno Alf (que ficou 3 semanas dando trabalho na casa da Cintia), encontraram um adotante e a Vera ainda o entregou em domicilio! Olha que chique! Muito obrigada à vocês duas, que deram uma atenção especial ao nosso pequeno peludo. Parabéns à vocês, pelo compromisso e pela responsabilidade. E parabéns para nós, que temos voluntários como vocês!! =) Também temos aqui um vídeo gravado na nossa última feirinha de adoção, aonde o nosso pequeno Lucky fazia a sua fisioterapia. Destaque para a pobre voluntária exagerada que o carregava de um lado para o outro, incessantemente, já cansada e com fome, num calor de 40ºC. Ou seja, eu http://www.youtube.com/watch?v=a4DsTBm3zPA&eurl=http://www.youtube.com/my_videos_edit2 E é isso. Em breve, mais novidades! =) Um abraço, Juliana Rocha![]()
Postado por patinhas on line às 21h35
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